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Setembro 04, 2020
Pretende-se descrever, neste texto, sem a pretensão de esgotá-las, algumas dicas amparadas cientificamente, de como lidar com as crianças e adolescentes para fins de educar e promover o desenvolvimento. Tema muito relevante especialmente com a presença da quarentena que é um estressor de alta magnitude e que requer muita adaptação das atividades de trabalho, lazer e de interação. Tais recomendações foram elaboradas a partir de duas obras (Bolsoni-Silva, Marturano & Fogaça, 2019; Bolsoni-Silva, & Fogaça, 2019) que são resultado de diversas pesquisas científicas, de caracterização e de intervenção, conduzidas nos últimos 20 anos, vinculadas ao Departamento de Psicologia, ao PPG em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem e ao Laboratório de Aprendizagem, Desenvolvimento e Saúde (LADS), da Universidade Estadual Paulista (Unesp-Bauru).
Educar filhos não é uma tarefa fácil; talvez seja uma das mais complexas e difíceis que as pessoas enfrentam no curso da vida, o que se torna
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Abril 30, 2020
Robert Burton descreveu amplamente a melancolia ainda em 1621, em seu livro ‘A anatomia da melancolia’. Ele era teólogo em Oxford e reuniu seus conhecimentos da época em medicina, filosofia, literatura e teologia sobre a melancolia. É impossível escapar dessa melancolia, que se aninha tão profundamente na alma: esta é sua mensagem.
Há um longo caminho entre a “melancolia” de Burton e o que atualmente se entende por “depressão”, mas o autor já acenou ao limite, válido até hoje, para se distinguir a “tristeza” normal e recorrente do estado patológico da “depressão”. Como e quando o limite entre as reações normais e os sintomas considerados clinicamente anormais é ultrapassado ainda é uma questão sem resposta.
O abatimento, a melancolia ou as “depressões” modernas são transtornos frequentes e consideradas doenças sérias que atingem a pessoa por inteiro, influenciando tanto as faculdades mentais quanto as físicas. As depressões aparecem em todas as fases da vida, da juventude
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Abril 30, 2020
É necessário que nós, profissionais de saúde, estejamos preparados para ajudar nossos clientes com Amor Patológico nessa fase de isolamento social e, algumas vezes, de isolamento do parceiro(a).
Para isso, discutiremos sobre as duas angústias principais relativas a esse problema, quando associado a atual fase de isolamento.
Uma das queixas mais frequentes das pessoas com Amor Patológico que procuram a nossa ajuda é que se sentem “presos(as)” em relacionamentos insatisfatórios, ou seja, estão paralisados (de medo) e assim não conseguem melhorar nem terminar.
Este medo elevado (pânico) de ser abandonado e/ou de ficar só tem causa profunda, ou seja, iniciou-se na infância quando, em grande parte dos casos, podem ter gerados outros quadros, principalmente ansiedade e/ou depressão (1).
Acontece que, ao menos no início do relacionamento, os fortes sintomas inerentes a esses transtornos costumam ficar camuflados ou aliviados pelos conflitos relacionais, assim como
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Janeiro 30, 2020
Teste para checar depoimentos em "Formação contínuada". Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse finibus quis ipsum a maximus. Ut consectetur pretium turpis, non commodo libero luctus vitae.
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Janeiro 30, 2020
Confira a seguir, um release sobre a Terapia Cognitivo-Comportamental Positiva, tema do livro de Fredrike Bannink, que trata-se da primeira obra sobre esta abordagem.
A TCC tradicional tem sido fortemente influenciada pelo modelo médico de diagnóstico e tratamento. Sua estrutura focada na resolução de problemas – primeiro determinando a natureza deles e depois intervindo – influencia o conteúdo da interação entre terapeutas e clientes: o profissional sinaliza a psicopatologia e o que há de errado com o cliente. Terapeutas tradicionais tendem a se preocupar com os problemas, limitações e deficiências do cliente. Por isso, as avaliações feitas por equipes interdisciplinares geralmente são negativas e mencionam pouco ou nenhum dos potenciais e capacidades dos clientes.
No entanto, sugere-se que não seria o modo negativo de pensar, mas sim os pontos fortes, as habilidades e os recursos dos clientes, os fatores mais importantes para auxiliar o desenvolvimento de mudanças. A missão
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Julho 30, 2019
Confira no texto a seguir, orientações sobre a importância dos profissionais da saúde realizarem a triagem cognitiva. O artigo foi escrito pela Dra. Carina T. Spedo, uma das responsáveis pela adaptação brasileira do teste: Mini exame do estado mental – segunda edição (MMSE-2).
Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2016) em 2018 temos 8.486.490 idosos entre 60-64 anos de idade. Em 2020 teremos 9.197.063 e em 2050, 15.152.333. O processo de envelhecimento populacional ocasiona em modificações da pirâmide populacional, requerendo novas demandas da política pública. Este fato ocasiona mudanças no panorama epidemiológico, tais como, maior prevalência das doenças crônicas, perdas cognitivas, dentre outras.
Deste modo, o declínio cognitivo vem se tornando um dos cuidados de saúde mais preocupantes do século XXI. Os idosos frequentemente reclamam que esquecem nomes, nome de objetos conhecidos, nome de lugares que frequentaram, etc.